quarta-feira, 8 de julho de 2009

Palestra contribui para crescimento da comunidade


Entender a realidade das famílias de uma determinada vila se torna uma tarefa simples quando se está inserido da comunidade. O vereador Adriano Ventura esteve presente, nesta terça-feira, 7 de julho, no encontro de formação e integração dos síndicos e moradores do conjunto Vila Viva Parque São José, no bairro Vila São José, região Noroeste de Belo Horizonte. Na ocasião, Adriano Ventura ministrou uma palestra sobre liderança e relacionamento humano, temática que abordou com tranqüilidade, uma vez que o vereador conhece de perto a realidade dos moradores.

Ventura deu dicas e fez uma partilha com as sugestões para o início de um trabalho solidário e comunitário. “Foi uma experiência muito agradável, uma vez que conheci a vila antes das obras e agora os moradores puderam compartilhar as experiências advindas com a intervenção da Prefeitura de Belo Horizonte”, relatou.

O assessor da presidência da URBEL, Marco Antônio Rios, fez uma avaliação positiva da palestra e do encontro de formação como um todo. “Muitas propostas de trabalho e sugestões surgiram no decorrer do evento. A apresentação do tema que o vereador abordou foi ao encontro do objetivo da conferência e contribuiu para o enriquecimento do coletivo”, disse.

Fonte: Site do vereador Adriano Ventura

sexta-feira, 3 de julho de 2009

BH é referência em saneamento básico


O vereador Adriano Ventura (PT), que tem como uma das bandeiras de seu mandato a defesa do meio ambiente, comemorou a notícia de que “BH lidera ranking de acesso a água e esgoto”, em todo o País, mas considera que muita coisa ainda precisa ser feita, principalmente para preservação de rios, córregos e lagoas,no que diz respeito a preservação das águas.

De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Trata Brasil, Fundação Getúlio Vargas e IBGE, Belo Horizonte é a capital com maior acesso a água e esgoto, com 97,4% da população atendida. Esse estudo foi feito para demonstrar as necessidades das 12 cidades brasileiras que vão sediar a Copa do Mundo, em 2014. Em segundo lugar está a capital paulista, com 88,52%.

O estudo mostra que o desafio de Belo Horizonte para a Copa do Mundo é melhorar o saneamento básico, não na cidade, mas nos municípios da região metropolitana, onde a cobertura é de 75%. Adriano Ventura defende a necessidade de a sociedade, juntamente com os poderes legislativo e executivo, estarem unidos reivindicando recursos do Governo Federal que serão destinados a realização de obras de infraestrutura e saneamento básico.

Fonte: Site do vereador Adriano Ventura

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vereador preside lançamento do Centro de Formação em Economia Solidária


A Câmara Municipal de Belo Horizonte sediou na sexta-feira, 5 de junho, o Lançamento do Centro de Formação em Economia Solidária da Região Sudeste (CEFES-SE). Presidida pelo vereador Adriano Ventura(PT), a reunião ocorreu no Plenário Amynthas de Barros às 9 horas.

Segundo o sub-secretário do Trabalho, Emprego e Renda do Estado de Minas Gerais, Fernando Antônio Sette Pinheiro, o Estado é pioneiro no apoio à economia solidária, de acordo com a Lei 15028 de 2004. “A economia solidária ajuda na inclusão produtiva dos trabalhadores que não conseguem se inserir no mercado formal de trabalho, através de assessorias, trocas de experiências e formação de potencialidades. Estamos divulgando hoje também as ações do fórum através da primeira feira que acontece em Almenara. Com esses eventos vamos divulgar os projetos em todo país e colaborar para a inclusão produtiva e o enfrentamento da pobreza”, afirmou o Fernando Sette.

Economia Solidária

Iniciada no Sul do Brasil, a economia solidária vem sendo discutida no país desde a década de 80. Na década de 90 foi criado o Fórum Nacional para debater o assunto, e agora o CEFES-SE está implantando em Belo Horizonte sua sede. Com escritório na rua Aimorés, 2480, o centro de formação ficará localizado na região do Barreiro, na Escola Sindical 7 de Outubro. O diretor do Instituto Marista de Solidariedade, Vicente Falqueto, parceiro desta iniciativa, falou da importância do evento em Belo Horizonte. “O trabalho da economia solidária vem de encontro ao cooperativismo e à prática de um comércio mais justo. Como nós trabalhamos e acreditamos na educação como a principal ferramenta transformadora, temos o prazer de apoiar e ajudar na capacitação de novos empreendedores”, justificou. O coordenador do Centro de Formação de Economia Solidária, Wilson Roberto Fernandes, relatou que o programa funciona como um potencializador da economia. “Através de políticas públicas populares trabalhamos na formação de lideranças que venham ensinar sobre economia popular para empreendedores, entidades e até mesmo para sociedade civil. Temos um convênio de três anos, com o governo federal, que garante a sustentabilidade do programa”, disse. “Só em Minas, já foram mapeados mais de 570 empreendedores que foram assessorados pelo programa” acrescentou o coordenador.

Empreendedores

O vereador Adriano Ventura (PT) possui um projeto, que dispõe sobre a criação da economia solidária no município de Belo Horizonte. A proposta era de autoria de Neila Batista, vereadora da legislatura anterior. “É importante relembrarmos que estamos comemorando o Dia Mundial do Meio Ambiente. A economia solidária é uma causa sustentável que gera emprego e renda. Movimentos como o dos catadores de papel da capital fazem parte da economia solidária. É um trabalho informal, que consiste no reaproveitamento dos refugos, daquilo que seria descartado, para tentar diminuir o nível de agressão ao meio ambiente”, comentou. “Os governos federal e estadual já vêm se abrindo para esses debates e é hora do município também notar a importância destes trabalhadores como os que eu citei, para o giro da economia real”, atentou o parlamentar.

O empreendedor Abraão Nunes da Silva, presente ao lançamento do CEFES-SE, relatou um pouco da história do seu negócio. “Somos 22 pessoas, existimos há um ano e quatro meses, temos uma cooperativa de construção civil. Recebemos a assessoria do Centro de Incubação da Universidade Federal de Uberlândia, que nos ajudou muito quanto às discussões políticas e participação efetiva dos fóruns. Tudo isso é válido e nos ajuda na organização”, relatou.

Além de uma verba de R$ 800 mil, por parte do governo federal, o programa trabalha com Organizações Não Governamentais e instituições de ensino que ajudam na dinâmica de assessoria aos empreendedores.

“No movimento da economia solidária, por meio de estratégia geral de intervenção, colaboramos simultaneamente para realização de produção de conhecimento por meio de pesquisas, e também do processo de formação, incentivando projetos, para que eles alcancem uma forma de comercialização e não somente de produção, formando técnicos, profissionais e membros dos empreendimentos da economia solidária”, explicou o coordenador-executivo da Incubadora Regional Cooperativas Populares da Universidade Federal de São Carlos (INCOOP/UFSCAR), Diogo M. Tafuri, colaborador do projeto.

Também estiveram presentes ao evento, o coordenador do Centro de Formação em Economia Solidária Nacional pela Cáritas Brasileira, Sérgio Mariani; João Lopes do Nascimento, da coordenação do Fórum Mineiro de Economia Solidária; a coordenadora executiva do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Sônia Braz Márcio; Adriano Lima Camargo, representando o Conselho Estadual de Economia Solidária pela Cáritas Brasileira de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Compareceram também a gerente de Economia Popular Solidária do Centro Público de Economia Solidária da Prefeitura de Belo Horizonte, Maria Lúcia da Silva; Norma Valentina de Almeida, representando a Superintendência Municipal do Trabalho; Paulo Roberto Crispim Batista, representando a coordenação da Escola Sindical 7 de Outubro; Darklane Rodrigues Dias; representando o deputado estadual André Quintão (PT) e Maurício Sardá de Faria, representando a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES-TEM).

Fonte: www.cmbh.mg.gov.br

quarta-feira, 26 de março de 2008

Peixe na alimentação escolar


O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (Seap/PR) começaram, nesta quarta-feira, 26, em Pernambuco, a primeira capacitação de um programa destinado a ampliar a participação do pescado na alimentação escolar. Até sexta-feira, 28, cerca de 30 monitores participam de capacitação ministrada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). As aulas ocorrem no Departamento de Nutrição da UFPE, em Recife.

Os monitores que iniciaram a capacitação nesta quarta-feira já têm atuação na área. São, em sua maioria, mestrandos e doutorandos em nutrição, engenharia de pesca e economia doméstica. Eles vão atuar como multiplicadores junto a integrantes de conselhos municipais de alimentação escolar, merendeiras, pescadores artesanais e aqüicultores, que, por sua vez, serão capacitados a partir do próximo mês em 40 cidades de regiões produtoras de pescado do estado. O objetivo é promover a inclusão do peixe na alimentação escolar das redes públicas de educação básica.

Cooperação — O programa de capacitação é resultado de termo de cooperação assinado em dezembro de 2007 entre a Seap e o FNDE. Além de qualificar a alimentação oferecida aos estudantes a partir de um produto altamente nutritivo, que faz parte de seus hábitos alimentares, a ação terá a vantagem de dinamizar a economia nas comunidades pesqueiras e aqüícolas.

Para incentivar a maior presença do peixe nas refeições escolares, os integrantes de conselhos municipais de alimentação escolar, merendeiras, pescadores e piscicultores vão receber orientações sobre as normas estabelecidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para a aquisição de alimentos, sobre boas práticas de manejo (incluindo cuidados sanitários no manuseio e conservação de pescado) e sobre economia solidária.

Ampliação — Encerrada a capacitação em Pernambuco, o programa será ampliado para outras regiões, totalizando 254 municípios de 14 estados. São eles:Pernambuco, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Amazonas, Sergipe, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Distrito Federal, Paraná e Espírito Santo.

terça-feira, 18 de março de 2008

Oficina debate Planejamento Estratégico da Oferta de Educação nas Prisões


Apresentar os programas do Governo Federal voltados para a oferta de educação em estabelecimentos prisionais e estabelecer um plano básico para implementá-los é o objetivo da Oficina de Trabalho para o Planejamento Estratégico da Oferta de Educação nas Prisões. O encontro, que está sendo realizado no auditório do edifício sede do Ministério da Educação, prossegue até quinta-feira, 20.

Participam do evento representantes dos sistemas penitenciário e de educação nos estados com maior índice de homicídios a cada 100 mil habitantes: Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Ceará, Bahia, Alagoas, Goiás, Distrito Federal e entorno, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

O objetivo das políticas públicas federais é garantir aos apenados, em sua maioria excluídos do processo educacional, o direito constitucional de acesso à educação. Há um enfoque especial aos jovens de 18 a 24 anos. Eles representam 65% da população carcerária do país, que hoje é de aproximadamente 423 mil pessoas, de acordo com dados do Ministério da Justiça.

Entre as ações apresentadas estão o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, que tem objetivo de prevenir, controlar e reprimir a criminalidade atuando em suas raízes sócio-culturais, e o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem), da Secretaria Nacional de Juventude. O Projovem atua no eixo escolarização básica, preparação ao mundo do trabalho, inclusão digital e articulação comunitária. O programa se destina aos jovens de baixa-renda entre 18 e 24 anos que não concluíram a educação básica e sem vínculo empregatício formal. Os beneficiários recebem R$ 100,00 de bolsa-auxílio. As duas ações ocorrem em âmbito interministerial em parceria com os ministérios da Educação, Trabalho e Emprego e Desenvolvimento Social, entre outros.

O Ministério da Educação apresentou a Política de Educação de Jovens e Adultos, o programa Educando para a Liberdade e o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade Jovens e Adultos (Proeja).

De acordo com a diretora de políticas de Educação de Jovens e Adultos, Maria Aparecida Zanetti, é fundamental a articulação institucional entre as áreas de educação e penitenciária, no âmbito federal e nos estados. Já o diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça, André Cunha, enfatizou que não há receita de bolo. “Cada estado vai decidir como adequar os programas à realidade do sistema prisional, e de que insumos precisa para implementar os programas”, explicou.

Fonte: Ministério da Educação

Cresce número de licenciaturas indígenas


O Brasil tem este ano 1.044 professores indígenas fazendo licenciatura específica em nove universidades públicas federais e estaduais de estados das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste. Em maio e agosto, outros 85 professores, sendo 60 do Amazonas e 25 do Acre, iniciam cursos em seus estados.

Em licenciaturas interculturais, o país tem hoje 189 professores habilitados, todos do curso da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat); em julho deste ano, a Universidade Federal de Roraima formará a primeira turma de 40 professores. São objetivos do Ministério da Educação formar quatro mil professores até 2010, consolidar as iniciativas de formação de professores indígenas em políticas públicas, ampliar a qualidade da educação básica nas escolas das aldeias e a oferta do ensino médio.

Panorama – Mato Grosso, que é pioneiro da oferta de licenciatura intercultural, formou 189 professores em cursos da Unemat. Hoje, incluindo a Unemat, são nove universidades públicas com cursos interculturais, onde estudam 1.044 professores: a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem 140 professores indígenas; Universidade Federal de Roraima (UFRR), 239; Universidade Estadual do Amazonas (UEA), 250; Unemat, 100; Universidade de São Paulo (USP), 80; Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), 111; as universidades federais de Goiás (UFG) e de Tocantins (UFTO), conveniadas no mesmo curso, têm duas turmas com 94 professores; e a Universidade Federal do Amapá (Unifap), 30.

A UFMG, UFRR, UEA e a Unemat criaram cursos com verbas do Programa de Formação Superior e Licenciaturas Indígenas (Prolind), ação conjunta das secretarias de Educação Superior (SESu) e de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad).

A coordenação de educação escolar indígena da Secad informa que a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) em parceria com a prefeitura de Autazes (AM) abrirá, em maio, uma licenciatura intercultural para o povo Mura, com 60 vagas. A UFAC fez vestibular com 50 vagas para duas turmas. A primeira, com 25 professores, começa o curso em agosto de 2008 e a segunda, em 2009.

As universidades federais do Amazonas (UFAM), de Campina Grande (UFCG) na Paraíba, e a estadual da Bahia (Uneb) fizeram projetos de licenciaturas específicas para professores indígenas com recursos do Prolind, mas ainda não abriram os cursos. As instituições aguardam o edital do Prolind 2008.

Fonte: Ministério da Educação

quinta-feira, 13 de março de 2008

Sul mineiro tem novos cursos superiores


A Universidade Federal de Alfenas (Unifal), com sede em Alfenas, na região sul de Minas Gerais, abrirá, cinco novos cursos de graduação presencial distribuídos na sede e no campi de Varginha. A ampliação da oferta de cursos e de vagas será feita com recursos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

Para executar seu plano de trabalho dentro do Reuni, a Unifal receberá R$ 12,9 milhões. Desses recursos, R$ 10 milhões serão investidos, até 2009, na criação de uma licenciatura em ciências biológicas e em três bacharelados em química, nutrição e ciências biológicas oferecidos na sede, em Alfenas. O restante da verba será investido na implantação do campi da Unifal em Varginha, obra prevista para o início de 2009. O primeiro curso será um bacharelado interdisciplinar em ciências e economia que oferecerá 330 vagas anuais.

Dentro de cinco anos, prazo de execução do plano de trabalho da Unifal com recursos do Reuni, a instituição passará dos atuais sete cursos de graduação para 14. A oferta de cursos no turno da noite passará de sete para 13.

Fonte: Ministério da Educação