quinta-feira, 1 de março de 2012

28 famílias recebem a casa própria


As casas, que foram construídas, a maioria, no Bairro Alvorada e algumas próximas ao Parque Natural Municipal, são uma parceria da prefeitura com o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Governo Federal.

A Prefeitura de Pains, que já marcou um grande salto na história da habitação, estará ampliando esse número. Mais 28 famílias estarão recebendo a chave do imóvel e realizando o sonho da casa própria. O evento de entrega será hoje, 01 de março, no Centro de Convivência do Idoso João Honório Gonçalves, às 19:30. As casas, que foram construídas, a maioria, no Bairro Alvorada e algumas próximas ao Parque Natural Municipal, são uma parceria da prefeitura com o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Governo Federal.

 O FNHIS tem como objetivo o desenvolvimento de ações integradas e articuladas que resultem em acesso à moradia digna, situada em localidades urbanas ou rurais, voltada a famílias de baixa renda. A seleção das famílias que irão receber, gratuitamente, as habitações, foi realizada por meio de critérios definidos pelo Programa de Habitação de Interesse Social.

Os investimentos na área habitacional tem sido uma das prioridades da Administração Governo Para Todos. Já foram construídos 45 banheiros (Programa Implantação de Melhorias Sanitárias para Controle de Agravos), reconstruídas 09 casas, (Programa Melhoria Habitacional para Controle da Doença de Chagas); reformadas 33 casas (Projeto Reformar Pains), além da construção de 02 casas, na zona rural.

Em 2009, a atual administração inaugurou o Residencial Maria Beralda entregando 91 moradias.  As casas ficam ao lado do Parque Natural Municipal Dona Ziza e Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC).

Em outubro passado, outros 30 imóveis, parceria com a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (COHAB-MG), Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal foram entregues, fazendo a alegria de muitas famílias.

Fonte: Site do deputado federal Odair Cunha

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Projeto de Lei dispõe sobre emissão de receituário agronômico para a venda de agrotóxicos


Após 180 dias de intensos trabalhos, com audiências públicas, auscultas e visitas técnicas, dentre outros, a Subcomissão de sobre o Uso dos Agrotóxicos e suas Conseqüências à Saúde — proposta e relatada pelo deputado federal Padre João (PT/MG) — está na fase de apresentação dos projetos de lei oriundos dos trabalhos. As propostas apresentadas terão como base o relatório final da subcomissão, elaborado por Padre João e aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados no final do ano passado. 

Uma das constatações do relatório da referida subcomissão foi a não utilização do receituário agronômico na maioria dos estados brasileiros. Portanto, a CSSF da Câmara dos Deputados, da qual a subcomissão é integrante, apresentou projeto de lei (3060/11) sobre o tema. Segundo a proposta, haverá a regulamentação da emissão do receituário agronômico, emitido por profissionais legalmente habilitados e utilizado na compra de produtos agrotóxicos, como uma espécie de receita médica. Segundo a matéria, o documento deverá ser emitido em cinco vias. "Acreditamos firmemente que é possível uma produção sem agrotóxicos, tendo como matriz tecnológica a agroecologia. Enquanto caminhamos para isso, um controle mais rigoroso da utilização é uma ferramenta de importância fundamental, pois o uso indiscriminado, o abuso mesmo, é extremamente grave atualmente. Hoje o funcionamento do receituário, além de falho, não é cumprido. A mudança proposta, se efetivada, contribuirá para o monitoramento e a fiscalização."

Pela proposta, cada uma das cinco vias do documento terá um destinatário diferente: 

- o próprio usuário comprador; 

- o estabelecimento comercial vendedor; 

- o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; 

- a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e 

- o órgão estadual competente.

- a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e 

- o órgão estadual competente.

Os estabelecimentos comerciais que venderem esse tipo de produto ficarão obrigados a manter os receituários à disposição dos órgãos fiscalizadores por pelo menos cinco anos.

Relatórios anuais

A proposta também torna obrigatória a elaboração de relatórios anuais com as informações constantes dos receituários emitidos. Os dados, segmentados por unidade da federação, deverão ser divulgados à população e enviados aos conselhos nacionais de Saúde, Meio Ambiente e de Agricultura, para garantir um maior controle e participação social no monitoramento e fiscalização do uso dos agrotóxicos no Brasil.

Tramitação

O projeto será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.

Fonte: Site do deputado Padre João

Secretaria de Saúde de Betim (MG) conquista a primeira colocação do concurso InovaSUS


As vinte secretarias estaduais de saúde ganhadoras da primeira edição do concurso InovaSUS receberam a premiação nesta terça-feira (28), em Brasília. A cerimônia foi realizada durante o II Encontro Nacional de Gestores do Trabalho em Saúde, em Brasília, e contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A Secretaria de Saúde de Betim e o fundo municipal de saúde da cidade, em Minas Gerais, conquistaram a primeira colocação e o prêmio máximo, no valor de R$ 50 mil, com a instalação de uma mesa de negociação para discussão de questões trabalhistas entre representantes de gestores e funcionários do SUS.
O projeto vencedor se destacou pelos avanços e resultados significativos. Em junho de 2009, a mesa de negociações de Betim iniciou suas atividades e pactuou protocolos sobre as relações de trabalho no SUS, contribuindo para a democratização das relações profissionais. Assim, a mesa acabou se tornando uma referência para a definição de ações e políticas do trabalho em saúde, sempre dialogadas entre gestores e trabalhadores.


Os premiados receberam entre R$ 50 mil e R$ 150 mil, repassados fundo a fundo aos municípios e estados para apoiar as ações de gestão do trabalho na saúde. O Prêmio InovaSUS – Gestão do Trabalho para Valorização de Boas Práticas e Inovação na Gestão do Trabalho na Saúde tem como objetivo identificar as iniciativas inovadoras em curso no País e o esforço dos governos estaduais, municipais e federais para a valorização dos trabalhadores no Sistema Único de Saúde (SUS), além de aprimorar as relações profissionais.

Segundo Padilha, as iniciativas premiadas ajudam a repensar as políticas de valorização profissional e de gestão do trabalho, e também a melhorar as relações profissionais. “Para dar conta da diversidade deste País, não é possível pensar em um modelo único de gestão, mas multiplicar iniciativas diferentes conforme as características de cada local”, disse.

O segundo colocado foi o governo de Vitória, Espírito Santo, com o projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos Profissionais de Saúde do Município de Vitória. Já o terceiro lugar ficou para a gerência de gestão do trabalho da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte, com o trabalho Estratégias para Fixação dos Médicos das Equipes de Saúde da Família.

“O esforço de gestores e dos trabalhadores no desenvolvimento destas ações inovadoras é uma das mostras do quanto o SUS está vivo”, elogiou o ministro Padilha.

Prêmio
O ministério recebeu, ao todo, a inscrição de 262 iniciativas. Com a avaliação formal dos requisitos exigidos, 190 trabalhos concorreram à premiação e foram, então, avaliados. Desses, 40 foram classificados para análise na íntegra, que resultou nos 20 selecionados e classificados. 

A avaliação dos trabalhos foi feita por uma comissão julgadora composta por representantes do ministério, das gestões locais e estaduais, da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

As inscrições estiveram abertas para as secretarias de saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal, desde que a iniciativa descrita estivesse em vigência ou implantada há no máximo cinco anos. Era preciso, ainda, existir possibilidade de reprodução, sustentabilidade e impacto potencial, além de resultados mensuráveis. Os trabalhos deviam se enquadrar dentro de umas das nove áreas temáticas, como Plano de Cargos, Carreiras e Salários no SUS (PCCS), negociação entre trabalhadores e gestores, promoção da saúde do trabalhador do SUS e avaliação de desempenho.

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ministério credencia mais equipes da Estratégia Saúde da Família em MG


Para ampliar o acesso da população à atenção básica por meio da Estratégia Saúde da Família, o Ministério da Saúde credenciou mais 682 Agentes Comunitários de Saúde, 104 Equipes de Saúde da Família e 155 Equipes de Saúde Bucal em 20 estados. Ao todo, 131 municípios foram beneficiados com recursos financeiros garantidos pelo governo federal para custear as novas equipes. Os estados contemplados são Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

O credenciamento destas equipes está previsto em portarias publicadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (27). Os valores repassados aos municípios integram o chamado Piso da Atenção Básica (PAB) Variável, que prevê um incentivo anual que varia de R$ 80,4 mil a R$ 120,6 mil por Equipe de Saúde da Família, de R$ 9 mil por Agente Comunitário de Saúde e de R$ 25,2 mil a R$ 33,6 mil por Equipe de Saúde Bucal.

Esses recursos podem ser superiores caso os gestores locais do Sistema Único de Saúde participem da Estratégia Saúde Mais Perto de Você/Controle e Qualidade, que prevê o repasse de incentivo financeiro federal mediante o cumprimento de metas qualidade na assistência prestada aos usuários do SUS.

ATENÇÃO BÁSICA– O Saúde da Família é a principal estratégia do governo federal para reorientar o modelo de assistência à saúde da população a partir da atenção primária, que é a porta de entrada do SUS mais próxima para os usuários do sistema e capaz de resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas. Atualmente, existem mais de 32 mil Equipes de Saúde da Família implantadas em 5.288 municípios, o que representa um percentual de 95% de cobertura do Saúde da Família. A estratégia é coordenada pelo Ministério da Saúde, com execução direta pelos estados, municípios e o Distrito Federal.

Fonte: Ministério da Saúde

CNBB lança Campanha da Fraternidade 2012 chamando a atenção para a Saúde Pública, tema que ganhou destaque nos trabalhos do deputado Padre João em 2011


Lançada no último dia 22, quarta-feira de cinzas, início da quaresma, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2012 tem o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema  “que a Saúde se difunda sobre a Terra”. Todos os anos a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolhe um tema que visa despertar a sociedade para o espírito de solidariedade, sobretudo entre os católicos e cristãos, a partir de uma temática que envolva toda a nação.

A Campanha da Fraternidade é realizada no Brasil desde 1964.  Anualmente, por ocasião da quaresma, a Igreja seleciona um tema de interesse coletivo e procura envolver toda a sociedade, indiferente do credo que professa. Neste período, entre o Carnaval e a Sexta-feira Santa, os cristãos intensificam suas ações para ajudar o próximo assim como fez Jesus, se preparando  para celebrar com mais fervor, no Tempo Pascal, a Ressurreição do Senhor.

De acordo com a Conferência dos Bispos, este ano, o objetivo principal da campanha é “refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção dos enfermos, e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde”.

Para o deputado Padre João, a Campanha da Fraternidade deste ano é um tempo propício para a Igreja despertar o mundo político sobre a necessidade de tratar a saúde pública como princípio fundamental de proteção à vida. Como 2º Vice-Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados, que trata dos assuntos relativos à Saúde, o parlamentar acredita que a Campanha tem o papel de sensibilizar e suscitar na comunidade cristã o espírito de solidariedade entre todos para a produção de alimentos saudáveis, sem o uso de agrotóxicos, garantindo saúde humana e ambiental.

Objetivos específicos da CF 2012:

• Disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável;

• Sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o suprimento de suas necessidades e a integração na comunidade;

• Alertar para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe, fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe;

• Difundir dados sobre a realidade da saúde no Brasil e seus desafios, como sua estreita relação com os aspectos socioculturais de nossa sociedade;

• Despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade da saúde pública, visando à defesa do SUS e à reivindicação do seu justo financiamento;

• Qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos públicos com transparência, especialmente na saúde. (cf. p. 12 do Texto-Base da CF)

Tudo contra os agrotóxicos 

Sem dúvida, este ano a Saúde foi um dos temas mais tratados na Câmara dos Deputados, inclusive pela CSSF. E o deputado Padre João participou de diversos destes processos.

O foco principal de atuação do deputado na CSSF foi a Subcomissão sobre o Uso de Agrotóxicos e suas Consequências à Saúde, da qual foi o proponente e relator. Com atuação de 180 dias, o colegiado aprovou o relatório final da subcomissão, que analisou as consequências do uso de defensivos químicos para a saúde humana e o ambiente, em dezembro de 2011. O relatório será transformado em projetos de lei e em recomendações para os órgãos de governo. “Foi a primeira vez na história que o Congresso discutiu a questão dos agrotóxicos e seus impactos na saúde das pessoas e no meio ambiente. Todas as discussões que tinham até então eram na linha do incentivo fiscal para ampliar a utilização destes produtos”, informou Padre João. Foram realizadas diversas audiências públicas e visitas técnicas, ouvindo todos os setores — o que produz o agrotóxico, o produtor de alimento, o de saúde, a previdência, os trabalhadores, os movimentos sociais, dentre outros.

O parecer de Padre João aponta a correlação entre o aumento da incidência de câncer e o uso desses produtos na agricultura. A cidade mineira de Unaí está entre os exemplos. Com presença marcante do agronegócio, o município registra 1.260 novos casos da doença por ano a cada 100 mil habitantes. A incidência mundial média é de 600 casos por 100 mil habitantes no mesmo período.

Contaminação — O texto aprovado menciona também estudo realizado na cidade de Lucas do Rio Verde (MT) que constatou a presença desses compostos no leite de 100% das nutrizes (mulheres que estão amamentando) analisadas. “Além das proteínas, vitaminas e anticorpos, a amamentação dos recém-nascidos de Lucas do Rio Verde também fornece agrotóxicos”, afirma Padre João.

Na pesquisa também foram observadas, segundo o relatório, malformações em 33% dos anfíbios de um curso d’água da região e de 26% em outro. No grupo de controle, o índice teria ficado em 6% de casos.

Propostas — Como forma de reduzir o que chama de “crescente envenenamento dos campos”, o relator apresentou proposta para reduzir de forma gradativa os benefícios fiscais e tributários concedidos aos agrotóxicos. Segundo o texto, hoje o produto conta com redução de até 60% do ICMS e isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep e Cofins.

Sugere-se ainda a adoção de incentivos - como mecanismos tributários e linhas de crédito e financiamento público - à produção agroecológica. “Há exemplos de que no longo prazo esse tipo de agricultura é viável”, sustenta o relator.

Recolhimento de embalagens — Padre João explicou que há problemas sérios relacionados a registro, comercialização e rotulagem dos agrotóxicos no País.

Apesar de exigido por lei (9.974/00), o recolhimento e a destinação adequada das embalagens de agrotóxicos também seriam falhos, de acordo com a subcomissão. O relator destacou que existem também irregularidades no recolhimento obrigatório de embalagens vazias desses produtos. Os deputados da comissão constataram que no Amapá, por exemplo, não existe sequer sistema de recolhimento. "As pessoas acham que estão se alimentando bem porque na mesa tem verdura, legumes, frutas, mas todos têm certo percentual de agrotóxico e alguns com percentual além do tolerável, além do permitido. Em algumas culturas, os resíduos são de agrotóxicos proibidos para aquela cultura."

Segundo a Anvisa, o pimentão, o morango e o pepino lideram o ranking dos alimentos com maior número de amostras contaminadas por agrotóxico em 2010.

Controle rigoroso — A subcomissão constatou ainda que não há segurança no controle da comercialização dos agrotóxicos, porque as informações do receituário agroeconômico, previsto em lei, simplesmente não chegam até os órgãos do governo. Com isso, nem estados nem União possuem dados concretos sobre o mercado dos agrotóxicos no Brasil.

O relatório aprovado recomenda que o controle e a fiscalização do setor sejam mais duros. O texto aponta também a necessidade de mais técnicos e fiscais, que hoje não chegam a 100 para cuidar de todo o território nacional.

Padre João também propõe que a receita, hoje em duas vias, seja emitida com cinco cópias - uma para o agricultor, uma para o comerciante, e as três outras para os órgãos de fiscalização do governo.

Há ainda uma sugestão para que se adote para os agrotóxicos um sistema de controle semelhante ao existente para os remédios controlados.



Consumo de agrotóxicos — O relator lembrou que atualmente o Brasil ocupa a primeira posição no volume consumido de substâncias agrotóxicas em todo o mundo. “Sendo a nossa agricultura fortemente embasada no uso de substâncias químicas para o controle de pragas e doenças vegetais e de ervas invasoras, quanto maior a produção e a área plantada, maior vem sendo o volume de agroquímicos utilizados. Mas o fato a ser destacado é que no Brasil, o aumento do consumo é superior ao aumento da produção agrícola, ampliando ainda mais a preocupação quanto ao tema.”

Padre João ressaltou ainda em seu relatório que paralelamente ao aumento no consumo, o Programa de Avaliação de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem constatado a presença de resíduos de agrotóxicos em alimentos acima dos limites máximos recomendados e a presença de produtos não permitidos para determinados alimentos. “Afora isso, nas fiscalizações junto às empresas produtoras se observam recorrentemente algumas irregularidades. Os desvios são certamente sentidos pelo solo, pela água, pelo ar e nas condições de saúde dos seres humanos. O agrotóxico está na mesa dos brasileiros e atinge diretamente a saúde. É isto que precisamos perceber. Temos que ir na origem do que está gerando tantas doenças de alta complexidade”, acrescentou. E o deputado finaliza “com assistência técnica adequada e pesquisa, é  possível a produção agroecológica para todas as culturas. Podemos fugir dessa agricultura perversa que produz alimento + veneno. Algo que, ao invés de gerar vida e saúde para nosso povo, tá gerando doença e morte. Nossa saúde depende do que alimentamos no dia a dia. A segurança alimentar não se restringe à produção em quantidade. A qualidade dos produtos é indispensável”.



Padre João fala sobre Agrotóxicos e Campanha da Fraternidade 2012 0- Assista aqui. 



Gastos com Saúde

A Proposta de Emenda Constitucional nº29, que estabelece porcentuais mínimos a serem investidos por Municípios, Estados e União em Saúde, obteve a devida atenção de Padre João. O deputado se reuniu duas vezes com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia para solicitar que a proposta fosse incluída na ordem do dia. “Era imprescindível que a PEC fosse votada, demanda que se arrastava há anos”, esclareceu.

Em novembro, a matéria foi aprovada pelos parlamentares da Câmara e, em dezembro, pelo Senado. “A regulamentação da PEC significa avanço, ao impedir que os Estados, como Minas Gerais, justifiquem a aplicação do mínimo de 12% na área com recursos para saneamento e previdência de servidores. Em Minas, nunca foi investido o percentual correto. Investia-se na Companhia de Saneamento (Copasa), nos cachorros, cavalos e uniformes da Polícia Militar, e tudo isso era computado como se fosse para a Saúde”, lembrou Padre João.

Subcomissão do SUS

Desenvolvimento de uma concepção de Sistema Único de Saúde que viabilize os princípios constitucionais da integralidade, da universalização, da descentralização e da participação popular. Foi este o resumo principal do relatório final da Subcomissão da Reestruturação do SUS, da qual Padre João foi um dos integrantes. O deputado presidiu em outubro a reunião da CSSF que apreciou o documento final.

 Os trabalhos da subcomissão voltaram-se para que haja uma regulamentação capaz de coibir abusos, a prática da recusa de pacientes ou até exclusão no atendimento. Ou seja, com o intuito de que o SUS funcione adequadamente e eficazmente.

Fonte: Site do deputado Padre João

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Correios destinam R$ 10 milhões para projetos culturais


Os Correios destinam, por meio de edital, cerca de R$ 10 milhões para o patrocínio de projetos culturais a serem desenvolvidos em suas unidades culturais. Os projetos, nas áreas de Artes Cênicas – Dança e Teatro, Artes Visuais, Artes Integradas, Audiovisual, Humanidades e Música, serão selecionados para o período de julho de 2012 a março de 2013. As inscrições foram realizadas até 1º de março.

Os patrocínios contemplam os Centros Culturais Correios de Juiz de Fora, do Rio de Janeiro, de Recife e de Salvador; os Espaços Culturais Correios de Fortaleza e o Museu Nacional dos Correios em Brasília. A seleção de projetos culturais nos Correios é feita por meio de editais públicos desde 2004, o que confere transparência à destinação dos recursos, por meio de regras e critérios claros e objetivos para análise e seleção das propostas. Outro benefício é o acesso democrático de produtores e grupos culturais ao processo de seleção de patrocínios.

Com essas ações, os Correios possibilitam o acesso dos cidadãos aos bens culturais, contribuindo para a valorização da memória cultural brasileira e para o fomento e à preservação da identidade cultural do País.

Fonte: Correios

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Padres na Política apoiam candidatura própria do PT em BH


Ocorreu na última segunda-feira, dia 13, em Belo Horizonte, o XI Encontro Mineiro de Padres na Política. Vários padres que atuam na política partidária e que exercem cargos eletivos, além de outros que militam em vários movimentos e pastorais sociais estiveram presentes para debater a conjuntura política atual e o papel que cada um tem para a transformação da sociedade a partir da doutrina social da Igreja e da Palavra de Deus. Padre Rogério, prefeito de Ouro Branco e Padre João do Carmo Macedo, prefeito de Acaiaca, falaram sobre os desafios que a missão exige como administradores. “ Não é uma tarefa fácil, mas vale a pena.  O mundo da política precisa de profecia”,  disseram. 

Os presentes reconheceram a importância do grupo como espaço coletivo e único para debate, propostas  e a vivência da espiritualidade e fraternidade presbiteral.  “Esta história não pode acabar. Já são onze encontros. Vamos prosseguir”, concluíram.

Os padres elaboraram uma nota à sociedade e à imprensa apoiando uma candidatura própria do PT em Belo Horizonte. 

Fonte: Site do deputado Padre João