quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Minas Gerais ganha reforço no atendimento de urgência


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (30), em Belo Horizonte (MG), um total de R$ 188 milhões para fortalecer o atendimento de urgência na região. Desse total, R$ 3,6 milhões são para o programa S.O.S. Emergências, que busca ampliar e qualificar o atendimento  de emergência no Hospital João XXIII, na capital mineira. Outros R$ 134,4 milhões serão destinados às redes de atenções de urgências e emergências  de cidades da região metropolitana ampliada. As ações fazem parte da rede Saúde Toda Hora, que está reestruturando a atenção às urgências no país.

A medida contemplados os municípios de Belo Horizonte, Sabará, Contagem, Betim, Lagoa Santa, Caeté, Ribeirão das Neves, Esmeraldas, Nova Lima e Mateus Leme. Na área hospitalar, serão credenciados 30 novos leitos de UTI, 229 leitos de clínica médica para retaguarda e 335 leitos de enfermaria para longa permanência. Considerando apenas Belo Horizonte, a área hospitalar terá 26 novos leitos de UTI, 131 leitos clínicos e de retaguarda e 238 de longa permanência. A capital também receberá recursos para qualificar 10 UPAs 24 horas e implantar 12 equipes de atenção domiciliar.

Ainda dentro do pacote de recursos, R$ 50 milhões estão destinados à rede Cegonha, que presta assistência a mulheres grávidas e à criança de até dois anos de idade.

S.O.S SAÚDE -No HPS João XXIII, Padilha visitou a urgência, a ala de queimados, o centro de terapia intensiva e a unidade de politraumatizados do hospital. Em seguida, foi assinado um termo de compromisso do S.O.S. Emergências. Assinaram o termo o ministro Alexandre Padilha; o diretor do HPS Eduardo Cerqueira Liguori; o secretário de Saúde de Belo Horizonte, Marcelo Teixeira; e o secretário de Estado da Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.

"Nós sempre entendemos que é possível melhorar mais. Nunca podemos nos sentir adaptados à situação da saúde. Pela excelência do serviço prestado no hospital João XXIII, esperamos que ele se torne um modelo do trabalho do S.O.S. Emergências para todo o país ", disse o ministro.

Para receber os recursos, o hospital apresentará um diagnóstico da unidade ao Ministério da Saúde que norteará a aplicação dos recursos. Os trabalhos na unidade hospitalar serão acompanhados pelo Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar instalado que vai orientar as medidas visando à melhoria da gestão e da qualidade assistencial. Um diagnóstico preliminar das necessidades do hospital foi apresentado ao ministro da Saúde.

"Já temos um diagnóstico prévio da direção do hospital João XXIII que aponta para a expansão dos leitos de retaguarda, UTI e instalação e cirurgias ortopédicas, já que o hospital recebe por dia 20 vítimas de acidentes com motos. Também é importante a instalação de unidades coronarianas para um atendimento mais rápido às vítimas de infarto", afirmou Padilha.

Para o diretor do Hospital João XXIII, Eduardo Cerqueira Liguori, o investimento federal será muito importante para a unidade. "Todo recurso é bem-vindo, mas, o mais importante é saber que haverá investimentos em toda a rede de atendimento de urgência em Minas e atenção com os leitos de retaguarda, o que vai refletir diretamente na demanda do João XXIII", disse.

Nessa etapa inicial, o S.O.S. Emergências abrange 11 hospitais localizados em nove capitais brasileiras. Cada hospital participante da ação receberá R$ 300 mil/mês. Também participaram do evento no Hospital João XXIII, o secretário nacional de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães; o presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, Antônio Carlos de Barros Martins; e o deputado estadual Adelmo Carneiro Leão (PT-MG).

MAIS RECURSOS -Alexandre Padilha anunciou ainda R$ 184,4 milhões para as urgências e emergências de municípios da região metropolitana de Belo Horizonte ampliada.  São  R$ 134,4 milhões  direcionados a unidades de pronto atendimento (UPAs), equipes de atenção domiciliar do Programa Melhor em Casa e outros R$ 50 milhões para maternidades e hospitais da Rede Cegonha.

Segundo secretário de Saúde de Belo Horizonte, Marcelo Teixeira, com o aporte, a capital ganhará pelo menos mais 10 UPAs. Serão credenciados 30 novos leitos de UTI, 229 leitos de clínica médica para retaguarda e 335 leitos de enfermaria para longa permanência.

O secretário de Estado da Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, elogiou a estratégia do ministério da Saúde na questão da urgência e emergência. "Essa visão de rede - UPAs, Samu e hospitais  - é decisiva para melhorar o atendimento de urgência e emergência", afirmou. 

Fonte: Ministério da Saúde

Rede Cegonha presente em 17 Estados e 800 municípios


Em menos de um ano de funcionamento, a estratégia Rede Cegonha, que expande e qualifica a assistência prestada às gestantes e aos bebês pelo Sistema Único de Saúde (SUS), conta com a adesão de 17 Estados e 800 municípios, com previsão de atendimento a 600 mil gestantes no país.

A estratégia fortalece um modelo de atendimento que vai do fortalecimento do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. Neste ano, o Ministério da Saúde garantiu novos recursos na ordem de R$ 434,6 milhões para ampliação da oferta de serviços hospitalares da Rede Cegonha.

“O esforço da Rede Cegonha tem como alvo duas principais metas: intensificar a redução da mortalidade materna e a ampliar os serviços oferecidos no SUS”, enfatizou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Até agora, já aderiram à Rede Cegonha: Alagoas, Bahia, Pernambuco, Sergipe, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins, Pará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já formalizou a adesão.

Estes estados cumpriram as etapas da realização do diagnóstico local, com a definição das regiões de saúde para implantação da rede e a criação do grupo estadual que coordena e organiza os serviços. Todas as etapas foram definidas em parceria as secretarias estaduais e municipais de saúde.

Padilha lembrou ainda que o objetivo do Ministério da Saúde é investir em serviços de saúde integrados e não em serviços isolados, por isso todo esse esforço para fortalecer a assistência prestada às gestantes e aos bebês no sistema público.

ACOLHIMENTO HUMANIZADO – Em 2011, o Ministério da Saúde fez investimentos também na construção de novos equipamentos previstos na Rede Cegonha, como a destinação de R$ 4 milhões para 13 Casas da Gestante e do Bebê, que acolhem gestantes de risco.

Até novembro, foram aprovadas 19 propostas de melhorias em maternidades, com investimento total de R$ 4,8 milhões. Para os Centros de Parto Normal, que funcionam em conjunto com as maternidades para humanizar o nascimento, foram aportados R$ 3,2 milhões para implantação de oito centros em sete estados.

Também como parte da Rede Cegonha, foram distribuídos, desde janeiro, 6,4 milhões de Cadernetas de Saúde da Criança para estados e municípios e ofertados equipamentos para 15 novos bancos de leite humano e 11 postos de coleta do país.

GESTÃO DA REDE - Para facilitar a adesão à Rede Cegonha, o Ministério da Saúde desenvolveu o Sistema do Plano de Ação das Redes (Sispar), cuja finalidade é auxiliar a construção do planejamento e programação das metas qualitativas e quantitativas, ou seja, na construção do Plano de Ação Municipal ou Regional e da programação física e financeira da Rede Cegonha.

Também foi aperfeiçoada a plataforma web de registro das consultas de pré-natal, o SISPRÉ-NATAL WEB, que permite o registro e monitoramento do tempo de resultado dos exames, da vinculação da gestante ao local do parto e da presença do acompanhante no parto. “O SISPRÉ-NATAL reúne um conjunto de informações que servirão para qualificar o atendimento pré-natal”, destacou Padilha.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Café Parlamentar em apoio ao diploma de jornalismo


O Sindicato dos Jornalistas conquistou o apoio de deputados federais e estaduais, vereadores, do movimento sindical e das universidades para a Campanha do Diploma no Café Parlamentar realizado na manhã do dia 7 de novembro, na sede do SJPMG. Dezenas de pessoas - ex-presidentes da entidade, estudantes, professores e coordenadores de cursos de comunicação da UNA, da PUC-Minas, Uni-BH e Fumec participaram do evento.

Durante o debate, foram apresentadas propostas para mobilizar a sociedade e sensibilizar deputados federais e senadores a aprovar as PECs 386/09 e 33/09, que tramitam na Câmara e Senado, respectivamente, e preveem a restituição da obrigatoriedade da formação em nível superior específica para o exercício da profissão de jornalista.

Compareceram os deputados federais Jô Moraes (PCdoB) e Fábio Ramalho (PV); os deputados estaduais Luiza Ferreira (PPS) e Fred Costa (PHS); além dos vereadores Arnaldo Godoy (PT) e Carlúcio Gonçalves (PR).

O vereador Arnaldo Godoy recomendou o máximo de divulgação possível e mais encontros como o desta segunda-feira. "É preciso divulgar ao máximo, usar todas as redes sociais para mostrar à sociedade quem está apoiando a Campanha do Diploma, como os três senadores mineiros", afirmou. Godoy cobrou maior comprometimento das escolas de jornalismo. "As universidades têm que se envolver mais, têm que se empenhar mais na empreitada, que é dos estudantes."

Fonte: Site do vereador Arnaldo Godoy

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Agrotóxicos: Padre João (MG) opina sobre o uso no Brasil




"Essa é uma situação grave, que precisa de fato de uma política mais arrojada para ter um controle sobre essa utilização" declarou o deputado federal Padre João (PT-MG), relator da Subcomissão sobre o Uso dos Agrotóxicos e suas Consequências à Saúde, subordinada à Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados. O parlamentar destaca que o Brasil é o campeão no uso de agrotóxicos, com 86% do montante da América Latina e a solução para diminuir o uso dos agrotóxicos nas plantações e nos alimentos seria capacitação dos agricultores sobre o manejo dessas substâncias.

O parlamentar defende a redução gradual da utilização de agrotóxicos, mas reconhece a dificuldade em se colocar a proposta em prática: "nós precisamos de uma política na linha tanto da pesquisa e da assistência técnica para fazermos uma transição, pois nós brasileiros merecemos o alimento isento de qualquer resíduo", afirma. 

Padre João finaliza ressaltando que a Subcomissão foi criada para tratar também dos impactos do uso de agrotóxicos no meio ambiente, "porque a contaminação da terra e das nascentes tem sido uma constatação também da nossa Subcomissão". 

Alimentos saudáveis

"Então é unir forças para que nós sejamos sim, campeões da produção de alimentos, mas na produção de alimentos saudáveis, pois tudo que nós comemos traz para nós saúde e vida ou doença e morte, então a alimentação tem um nexo direto com a nossa qualidade de vida". 

Fonte: Portal do PT

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Saúde destina recursos para a saúde do homem


Com o objetivo de fortalecer as ações da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, o Ministério da Saúde destinou recursos para 52 novos municípios, de todos os estados, desenvolverem ações de saúde do homem, com foco na Atenção Básica. Cada unidade da Federação receberá R$ 75 mil e cada município R$ 55 mil. Esses recursos podem ser utilizados para monitoramento das ações em desenvolvimento, sensibilização do público masculino e da população em geral sobre cuidados, material de conscientização sobre agravos e riscos à saúde do homem, capacitação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), implantação do pré-natal masculino, entre outras ações.

“O repasse desses recursos contribuirá para a organização dos serviços e para a implementação de ações e estratégias voltadas à saúde do homem nesses estados e municípios”, afirma o coordenador da área técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Eduardo Chakora. A política lançada em 2009, já está presente em todos os Estados e conta, agora, com 132 municípios. A portaria liberando esses recursos foi publicada na última sexta-feira (18).

O principal objetivo da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem é facilitar e ampliar o acesso com qualidade da população masculina às ações e aos serviços de assistência integral à saúde. A política utiliza como porta de entrada a Atenção Básica e a Estratégia Saúde da Família (ESF), por isso esses recursos são direcionados, principalmente, para intervir diretamente na redução da morbidade e mortalidade e auxiliar na melhoria das condições de saúde do público masculino.

Confira a lista dos municípios: 

  1. Minas Gerais
  1. Montes Claros
  1. Betim

Saúde destina recursos para a saúde do homem em MS


Com o objetivo de fortalecer as ações da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, o Ministério da Saúde destinou recursos para 52 novos municípios, de todos os estados, desenvolverem ações de saúde do homem, com foco na Atenção Básica. Cada unidade da Federação receberá R$ 75 mil e cada município R$ 55 mil. Esses recursos podem ser utilizados para monitoramento das ações em desenvolvimento, sensibilização do público masculino e da população em geral sobre cuidados, material de conscientização sobre agravos e riscos à saúde do homem, capacitação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), implantação do pré-natal masculino, entre outras ações.

“O repasse desses recursos contribuirá para a organização dos serviços e para a implementação de ações e estratégias voltadas à saúde do homem nesses estados e municípios”, afirma o coordenador da área técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Eduardo Chakora. A política lançada em 2009, já está presente em todos os Estados e conta, agora, com 132 municípios. A portaria liberando esses recursos foi publicada na última sexta-feira (18).

O principal objetivo da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem é facilitar e ampliar o acesso com qualidade da população masculina às ações e aos serviços de assistência integral à saúde. A política utiliza como porta de entrada a Atenção Básica e a Estratégia Saúde da Família (ESF), por isso esses recursos são direcionados, principalmente, para intervir diretamente na redução da morbidade e mortalidade e auxiliar na melhoria das condições de saúde do público masculino.

  1. Mato Grosso do Sul
  1. Ponta Porã
  1. Corumbá


Fonte: Ministério da Saúde

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Governo e montadora assinam acordo de R$ 4 milhões para pesquisas no setor automotivo


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) assinam nesta quarta-feira (16), em Betim (MG), acordo de parceria com as empresas FiatPowertrain e FPT Industrial para o desenvolvimento de novas tecnologias no setor automotivo. O acordo prevê investimentos de mais de R$ 4 milhões em pesquisas, com a participação dos pesquisadores do Inmetro e das instalações da instituição, em Xerém (RJ), em todas as pesquisas.

Entre as ações previstas está o estudo de um motor para veículos comerciais leves movidos a combustível, que funcionará com 30% de biodiesel e 70% de diesel. O veículo conceito será apresentado ao governo brasileiro até 2013. Também será criado um programa de incentivo à formação de jovens engenheiros para atuação no segmento, cujas aulas de capacitação serão realizadas no Campus do Inmetro.

Outros objetivos do acordo são o desenvolvimento de uma nova tecnologia para a utilização de óleo vegetal “in natura” como combustível e o uso da nanotecnologia na criação de materiais que reduzam o atrito em motores, além da análise de fluidos e lubrificantes. O acordo entre as instituições é resultado de um protocolo de intenções assinado dia 21 de fevereiro deste ano.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior